A ex-musa da Copa do Mundo, Larissa Riquelme, afirmou que sofreu ataques de ódio e episódios de assédio após posar para a revista Playboy. Em entrevista ao portal gshow, ela relembrou o período em que se tornou uma das figuras mais conhecidas do Mundial de 2010, na África do Sul, quando viralizou ao ser fotografada torcendo pela seleção do Paraguai com um celular no decote.
Agora, às vésperas da Copa de 2026, Larissa afirma que voltará ao cenário do Mundial como jornalista, profissão na qual é formada, e diz que segue acompanhando o futebol. Ela também revisitou momentos marcantes da fase em que ficou conhecida como “musa da Copa” ou “namorada do Mundial”.
Segundo ela, a exposição trouxe impactos positivos na vida pessoal e financeira, mas também mudanças profundas. Larissa relatou que posou nua para a Playboy em uma edição que trouxe material em 3D e afirmou que a publicação foi um marco em sua carreira, sendo publicada em outros países e alcançando grande sucesso comercial.
Por outro lado, ela disse que a exposição também abriu espaço para situações negativas. “Recebi mensagens de todos os tipos, passei por coisas horríveis. Foi horrível. As pessoas pensavam que, por eu ter sido capa da ‘Playboy’, dava liberdade para faltarem com respeito comigo”, afirmou.
Larissa relatou ainda episódios de assédio em eventos e no ambiente de trabalho, dizendo que passou a adotar estratégias para se proteger, como evitar contato físico com desconhecidos. Ela afirmou que, ao longo da carreira, precisou lidar com tentativas de abuso e constrangimentos, especialmente no início da fama.
A modelo também comentou sua relação com o Brasil, onde ganhou projeção durante o Carnaval de 2011 e em participações em eventos após o Mundial. Segundo ela, o país teve papel importante em sua trajetória e ela mantém carinho pelo público brasileiro.
Larissa ficou mundialmente conhecida em 2010, quando foi fotografada durante uma partida do Paraguai na Copa da África do Sul, imagem que viralizou e a transformou em fenômeno global.
Fonte: GSHOW


