Casal com bebê em carrinho é agredido por desconhecido em Joinville; Guarda Municipal usa arma de choque

Homem atacou o pai da criança em via pública e foi contido após reagir à abordagem dos agentes, segundo a corporação.

Um casal que caminhava com um bebê em um carrinho foi agredido por um homem desconhecido na noite de sábado (27), no bairro Jardim Iririú, em Joinville, no Norte de Santa Catarina.

Imagens registradas por um morador mostram o momento em que o agressor se aproxima do casal em uma esquina e passa a golpear o pai da criança com socos. O homem reage e entra em luta corporal com o suspeito, enquanto a mãe se afasta com o carrinho.

Em meio à briga, a mulher consegue se afastar da confusão, e os dois homens continuam o confronto físico. O agressor só deixa o local após um motorista estacionar o veículo, sair do carro e intervir em apoio ao pai do bebê.

Guarda Municipal localizou suspeito após buscas

A Guarda Municipal foi acionada e, ao chegar ao local, colheu informações com o casal sobre as características do agressor e a direção da fuga.

Com base nos dados repassados, os agentes localizaram o suspeito. Segundo a corporação, ele desobedeceu ordens de parada e de colocar as mãos sobre a cabeça e tentou fugir.

Em nova tentativa de abordagem, o homem teria avançado contra os agentes, o que levou ao uso de um dispositivo eletrônico de incapacitação, conhecido como “spark”. O suspeito caiu no chão e foi algemado em seguida.

Atendimento médico e encaminhamento

De acordo com a Guarda Municipal, o homem estava bastante alterado e precisou de atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele foi encaminhado ao Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, em Joinville.

A unidade de saúde não informou seu estado de saúde mais recente.

Casal não registrou ocorrência

Os agentes orientaram o casal sobre os procedimentos legais, mas, segundo a corporação, as vítimas optaram por não registrar boletim de ocorrência contra o agressor. Ainda assim, podem formalizar a denúncia posteriormente junto à Polícia Civil.

Fonte: G1