Árbitro somali é barrado nos EUA antes da Copa após suspeita de ligação com terrorismo

O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, de 34 anos, foi impedido de entrar nos Estados Unidos enquanto viajava para participar da Copa do Mundo. A informação foi divulgada por um integrante do governo do presidente Donald Trump à emissora Fox News.

Segundo o relato, Artan desembarcou no Aeroporto Internacional de Miami no último sábado, após um voo vindo de Istambul, mas teve sua entrada negada pela agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP).

De acordo com o comunicado divulgado pela Fox News, durante uma inspeção mais detalhada foram encontradas informações consideradas desfavoráveis pelas autoridades americanas. O documento afirma que o árbitro teria associação com suspeitos de integrar organizações terroristas, o que o tornaria inelegível para admissão no país com base na Lei de Imigração e Nacionalidade dos Estados Unidos (INA).

O comunicado acrescenta que Artan recebeu os documentos de imigração que especificam o dispositivo legal utilizado para a remoção acelerada prevista na legislação americana. A nota ainda ressalta que o governo Trump não permitirá a entrada de possíveis ameaças à segurança nacional.

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Omar Abdulkadir Artan foi eleito Árbitro Masculino do Ano de 2025 pela Confederação Africana de Futebol e faria história ao se tornar o primeiro árbitro da Somália a apitar uma partida em uma Copa do Mundo.

Segundo a Fox News, o árbitro havia obtido um visto de entrada nos Estados Unidos na semana anterior. A informação foi confirmada pela Embaixada da Somália no Quênia, responsável pelo processamento do documento.

Fonte: CNN